Atividade – BDS: How to coordinate our actions? Pela EUROPALESTINE

A atividade ministrada Olivia Zémor, ativista da Europalestine, apresentou as atividades de boicote e o panorama atual entre França e Israel, onde o lobby sionista é o segundo mais forte depois dos Estados Unidos. Zémor falou que mesmo com a vitória no campo socialista no seu país, a cooperação francesa com o sionismo segue forte, denunciando também que o lobby é responsável pela perseguição jurídica do Estado contra os ativistas do movimento pró palestina.

Para combater, realizam atividades em mercados, lojas e farmácias explicando para a população como não apoiar o genocídio em Gaza. Denunciou também o discurso do lobby sionista, que seguidamente joga a ocupação para o campo religioso. Abordou também as violações de direitos humanos.

“As leis sobre tortura seguidamente são violadas, existem duas leis no caso de aprisionamento de jovens: a lei para jovens israelenses e para palestinos. Os jovens palestinos que são presos por atirar pedras nos soldados, ou somente para intimidação, são retirados de suas casas, interrogados e torturados, muitos deixam de frequentar a escola e sofrem graves problemas psicológicos com a agressão.” Explicou Zémor.

Denunciou também a necessidade de estabelecer uma rede de contatos ativistas para que sirvam de apoio para ajudar e saber das ações pelo mundo, para não receber somente a propaganda sionista. Sobre o processo de paz disse: “como há processo de paz entre ocupante e ocupados? É como ver a paz entre o estuprador e a estuprada no ato. A ocupação deve para começar o diálogo de paz.”

Ao final, lançou para o público o site do grupo israelense Mulheres Pela Paz (Israeli Coalitin of Womens for Peace) que informa todos os produtos de origem israelense – http://www.whoprofits.com

Ayah Bashir, jovem palestina de Gaza, falou sobre os recentes ataques que sua região recebeu, resultando na morte de 158 entre crianças e mulheres e na destruição de 300 casas. Com sua casa tremendo o dia inteiro por conta dos bombardeios o medo predomina. Relatou que os palestinos não conseguem sair de Gaza, esta região pequena que abriga cerca de 1,8 milhões de pessoas.

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